OS  HOMENAGEADOS

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Arnaldo Baptista

Publicado em 12/07/2008

Atualizado em janeiro de 2020

 

A lenda do Rock And Roll nacional, o cantor, compositor, artista plástico e ‘psicodelista’ ARNALDO BAPTISTA imprime suas mãos na “RockWalk Brasil® – A Calçada da Fama do Rock Brasileiro”, em noite mágica e entre obras de arte de sua autoria, no sábado 12 de julho de 2008, em seu apartamento na capital mineira. Juntamente com sua Lucinha, eterna esposa, parceira e companheira, Arnaldo Baptista recebe nossa equipe.

 

Com largo sorriso no rosto e com a simpatia de sempre, traço peculiar que, além do talento para a arte, lhe renderiam merecido respeito e grande admiração de seus muitos amigos, colegas de profissão e uma legião de fãs que vem conquistando no decorrer de sua carreira desde a época da fundação dos Mutantes, Arnaldo é ícone de referência entre as mais brilhantes estrelas brasileiras do Rock’N’Roll.

 

Tudo teria começado em 1962, quando Arnaldo, nascido em São Paulo em 6 de julho de 1948, filho de César Dias Baptista, poeta, jornalista e cantor lírico, e de Clarisse Leite Dias Baptista, compositora, concertista e pianista, forma com seu irmão Cláudio César o grupo “The Thunders”. Em 1966, convida seu outro irmão, Sérgio Dias, ao grupo “Six Sided Rockers”, que já conta com a presença de Rita Lee e que daria origem aos Mutantes, conjunto que viveria um período cheio de participações em festivais de música, além de muitos shows no Brasil e no exterior.

No início dos anos 70 Arnaldo produziria os dois primeiros álbuns solos de Rita Lee “Build Up” e “Hoje É o Primeiro Dia do Resto de Sua Vida”.

Em 1973 e após desentendimentos entre os componentes dos Mutantes, Arnaldo deixa a banda e segue carreira de produtor, e em seguida já partiria para carreira solo com o lançamento do disco “Loki?” (1974), aclamado até hoje pela crítica como um dos mais importantes e influentes álbuns do rock brasileiro.

Em 1982 Arnaldo Baptista lança o disco “Singin’ Alone” trazendo as faixas “I Feel in Love One Day”, “O Sol”, “Hoje de Manhã eu Acordei” e “Sitting on The Road Side”, entre outras.

Em 1987 lançaria o álbum “Disco Voador” pelo selo independente Baratos Afins, e em 1989 viria o álbum tributo “Sanguinho Novo – Arnaldo Baptista Revisitado”, com a participação de Paulo Miklos e das bandas Sepultura, Ratos de Porão, entre outros.

Em 2001 Arnaldo lança a compilação “Give Peace a Chance”, um tributo a John Lennon, e em 2004 “Let It Bed”, que recebe o prêmio Claro de Música Independente, em 2005.

Em 1982 seria internado na ala psiquiátrica do Hospital do Servidor Público de São Paulo “sob forte depressão”, segundo sua então esposa Martha Mellinger. Na sequência Arnaldo tentaria o suicídio, e assim sofre um traumatismo craniano.

Após sua parcial recuperação, Arnaldo Baptista passa a se dedicar às artes plásticas, e em 1990 realiza a sua primeira exposição de desenhos e pinturas no Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, sendo lançado em 2010 como artista plástico no Circuito Oficial das Artes em São Paulo.

 

Entre 2006 e 2007, Os Mutantes retornam aos palcos com Arnaldo, Sérgio, Dinho Leme e Zélia Duncan, substituindo Rita Lee, numa grande turnê nacional e internacional.

Arnaldo, remanescente de casamentos com Rita Lee e a atriz Martha Mellinger, com quem tem seu único filho Daniel Mellinger Dias Baptista, é atualmente casado com Lucinha Barbosa.

Em 2018 e 2019 alguns shows pelo país acontecem em homenagem a Arnaldo Baptista, a exemplo de um espetáculo dirigido por Rodolfo Krieger, baixista da banda Cachorro Grande, reunindo um time de instrumentistas que acompanham os intérpretes China, Hélio Flanders, Karina Buhr e Lulina. O repertório traz canções de discos como "Singin' Alone" (1982) e "Let it Bed" (2004).

 

E, voltando a 2008, numa das poucas pausas entre as gravações de mais um de seus muitos trabalhos solo que produz à época em seu home-estúdio, além de suas incontáveis produções na área das artes plásticas, Arnaldo imprime suas mãos na placa de concreto e deixa as inscrições “Psicodelismo” e “Gibson”, numa clara referência à época em que teria experimentado seus primeiros momentos de grande sucesso, e também à marca de guitarras que se tornaria uma paixão explícita na vida desse artista controverso e carismático.

CATEGORIA

‘IN MEMORIAN’

ordem alfabética

André Matos

Antonio Marcos

Banda The Jet Blacks

Big Boy

Bolão e Seus Rockettes

Carlos Alberto Belmont

Carlos Imperial

Cassia Eller

Cazuza

Celly Campello

Chico Science

Dino

Dom & Ravel

Dori Edson

Ed Wilson

Eddy Teddy

Geraldo Brandão

Henrique Bartsch

Itamar Assumpção

Jessé

João Augusto

José Ricardo

Júlio Barroso

Luizinho & seus Dinamites

Mamonas Assassinas

Manito

Marcelo Fromer

Meire Pavão

Mingo

Nora Ney

Paul de Castro

Paulo Henrique

Pedrinho Batera

Pedro Gil

Raul Seixas

Renato Russo

Rodrigo Netto

Rogério Duprat

Ronnie Cord

Rossini Pinto

Sérgio Murilo

Sergio Sampaio

Silvinha Araújo

Teddy Milton

Terry Winter

Tico Terpins

Tim Maia

Torquato Neto

Waldir Anunciação

Wander Taffo

Zé Rodrix

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